Abu-Bilal al-Minuki, considerado o segundo principal líder do Estado Islâmico, foi eliminado durante uma operação militar que envolveu forças dos EUA e da Nigéria na noite de sexta-feira, 15. A morte do terrorista foi confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que enfatizou a complexidade e o planejamento que cercaram a missão.
Trump mencionou que a operação foi realizada com precisão sob sua supervisão, visando retirar do cenário de combate um dos terroristas mais ativos em todo o mundo. Em uma postagem no Truth Social, o presidente afirmou: “Abu-Bilal al-Minuki, segundo no comando do ISIS em nível global, pensou que poderia se esconder na África, mas mal sabia ele que tínhamos fontes que nos mantinham informados sobre o que ele estava fazendo”. Ele ainda acrescentou que a ação impede que o terrorista continue a aterrorizar a população africana ou a planejar ataques contra os americanos.
Além de confirmar a morte de al-Minuki, Trump expressou gratidão ao governo nigeriano pelo suporte oferecido durante a operação, ressaltando que a eliminação do líder terrorista representa uma diminuição significativa nas atividades do grupo. “Com a sua remoção, a operação global do ISIS fica bastante reduzida”, afirmou o presidente.
Até o momento, não foram divulgadas informações adicionais sobre os detalhes da operação. A confirmação da morte do líder terrorista ocorre em um contexto de ofensivas recentes do Comando Militar Central dos EUA, que, em fevereiro, conduziu ataques a mais de 30 alvos relacionados ao Estado Islâmico na Síria, com o intuito de manter a pressão sobre a organização terrorista.
As ações do Comando Militar Central foram realizadas utilizando diferentes tipos de aeronaves e visaram instalações e depósitos de armas do Estado Islâmico. Mais de 50 membros do grupo foram mortos ou capturados, e cerca de cem alvos de infraestrutura foram destruídos ao longo de dois meses de operações na Síria.
Essas ações estão inseridas na Operação Hawkeye Strike, que foi iniciada pelos EUA após uma emboscada do Estado Islâmico em 13 de dezembro de 2025, em Palmira, resultando na morte de dois militares e um intérprete americanos.







