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EUA impõem sanções a vice-ministro da Nicarágua por violações de direitos humanos

O governo dos Estados Unidos anunciou neste sábado, 17, sanções contra Luis Roberto Cañas Novoa, vice-ministro do Interior da Nicarágua, por sua atuação no regime de Daniel...

Neste sábado, 17, o governo dos Estados Unidos anunciou a imposição de sanções a um alto funcionário da Nicarágua, em resposta a acusações de envolvimento em violações de direitos humanos. O secretário de Estado, Marco Rubio, informou que a restrição se aplica ao vice-ministro do Interior, Luis Roberto Cañas Novoa, devido à sua atuação no governo do presidente Daniel Ortega.

As sanções proíbem a entrada do vice-ministro e de seus familiares no território americano. Essa decisão do Departamento de Estado é fundamentada em uma legislação que permite punir autoridades estrangeiras envolvidas em corrupção ou abusos de direitos humanos.

A medida representa mais um passo dos EUA para pressionar o governo nicaraguense, que enfrenta constantes acusações de repressão. O governo americano apontou que desde as manifestações que começaram em 2018, houve relatos de prisões arbitrárias, tortura e mortes fora do sistema judicial. Estima-se que mais de 300 pessoas tenham morrido durante a repressão aos protestos nesse período.

Além disso, Washington citou relatórios de organismos internacionais que indicam um padrão de repressão sistemática contra opositores políticos e setores da sociedade civil na Nicarágua. As autoridades locais, por sua vez, rejeitam essas alegações, defendendo que suas ações visam a manutenção da ordem interna.

As sanções anunciadas neste fim de semana fazem parte de uma série de medidas que os Estados Unidos têm adotado contra membros do governo nicaraguense. Nos últimos meses, Washington também impôs restrições a outros funcionários e a empresas ligadas ao setor de mineração, que são consideradas fontes de financiamento do regime de Ortega.

De acordo com o Departamento de Estado, essas ações visam responsabilizar as autoridades por suas violações e aumentar a pressão diplomática sobre a Nicarágua. Até o momento, não houve um pronunciamento oficial do governo nicaraguense sobre a nova sanção imposta pelos Estados Unidos.

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