A temporada 2026/27 do Barcelona terá início em 23 de agosto, quando a equipe enfrentará o Elche na primeira rodada de La Liga. Com a saída do atacante Robert Lewandowski para o Chicago Fire, da MLS, o clube catalão está em busca de um novo centroavante para o técnico Hansi Flick.
O principal alvo do Barcelona continua sendo o argentino Julián Alvarez, do Atlético de Madrid. No entanto, a equipe já reconhece a dificuldade em negociar com o time da capital espanhola, que tem se mostrado resistente em liberar o jogador. Em vista disso, Eli Junior Kroupi, que pertence ao Bournemouth, da Inglaterra, surgiu como uma alternativa viável. Informações indicam que o Barcelona apresentou duas propostas ao clube inglês, ambas inferiores a € 100 milhões (aproximadamente R$ 583 milhões), e que foram rejeitadas nos últimos dias.
Kroupi, um jovem centroavante francês, teve uma rápida ascensão na última temporada e despertou o interesse de outros grandes clubes europeus, incluindo o Manchester City, que buscou mais informações sobre o jogador recentemente, conforme relatado pelo jornalista Fabrizio Romano. Avaliado em cerca de 70 milhões de euros (aproximadamente R$ 407 milhões), Kroupi possui 1,79m de altura, é destro e apresenta boa movimentação em campo. Na última temporada, ele marcou 13 gols em 35 partidas.
Enquanto a busca por um plano B avança, o Barcelona continua a mirar Julián Alvarez. O atacante, de 26 anos, é considerado a contratação dos sonhos pelo presidente Joan Laporta. Recentemente, o clube fez uma proposta de € 100 milhões ao Atlético de Madrid, na esperança de que a insatisfação de Alvarez em permanecer no clube possa facilitar as negociações. O jogador expressou seu desejo de deixar os Colchoneros para realizar seu sonho, o que foi mencionado durante a Copa do Mundo de 2026. Para que as negociações avancem, o Barcelona aguarda que Alvarez tome novas iniciativas para pressionar por sua transferência, antes do retorno aos treinos, marcado para 10 de agosto.
Além das movimentações no mercado, a seleção espanhola conquistou seu segundo título mundial, evidenciando a eficácia do seu estilo de jogo. A final contra a Argentina destacou a marca registrada do futebol espanhol, que controlou a partida com 65% de posse de bola, permitindo apenas um gol em todo o torneio sob a liderança de Luis de La Fuente. Esse sucesso reforça a relevância do tiki-taka na história do futebol, especialmente em La Liga, onde 70% dos campeões mundiais atuaram.







