André Marinho, candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo partido Novo, participou de uma sabatina na Jovem Pan nesta segunda-feira, 17. Durante o evento, Marinho refutou a ideia de ter um “padrinho” político na figura de Flávio Bolsonaro, do PL. Ele destacou que o foco de sua candidatura é combater o que considera um inimigo do Brasil: o Partido dos Trabalhadores (PT).
O candidato foi questionado sobre sua proximidade com Flávio Bolsonaro, que é candidato à Presidência. Em sua resposta, Marinho afirmou que a relação entre eles é uma demonstração de reconciliação, sem qualquer tipo de humilhação ou ajoelhamento. Ele enfatizou que a prioridade é remover o PT do cenário político, referindo-se ao partido como uma "máfia cleptocrata" que mantém a população do Rio de Janeiro em uma situação de humilhação constante.
Ao abordar sua falta de experiência na política, Marinho argumentou que os eleitores tendem a votar em pessoas, e não em partidos. Ele se destacou por criticar o que chamou de "poder da política", buscando distanciar-se da imagem tradicional de políticos.
Marinho também foi questionado sobre questões relacionadas à segurança pública e a atual situação do estado do Rio de Janeiro, tema recorrente nas eleições locais e que impacta diretamente a vida dos cidadãos.
O candidato demonstrou uma postura firme em suas declarações, buscando consolidar sua imagem como uma alternativa viável ao eleitorado fluminense, em um cenário político marcado por intensas disputas e polarizações.





