As eleições presidenciais de 2026, marcadas para o dia 4 de outubro, contam com a possibilidade de 13 candidatos, conforme a homologação das candidaturas pela Justiça Eleitoral. Destes, nove representam partidos considerados nanicos, que têm pouca ou nenhuma relevância no Congresso Nacional. Os candidatos são: Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata). O partido Novo, liderado pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também se encaixa nessa categoria, mas foi excluído da lista por razões evidentes. Os demais candidatos oriundos de partidos maiores incluem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD).
Entre os candidatos mencionados, Augusto Jorge Cury, de 67 anos, estreia na política como representante do Avante. Natural de Colina, São Paulo, Cury é médico psiquiatra, graduado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e possui doutorado em psicologia multifocal pela Florida Christian University. Ele é autor da Teoria da Inteligência Multifocal e tem se destacado na literatura com diversos livros de autoajuda. Cury declara o maior patrimônio entre os presidenciáveis, totalizando R$ 242 milhões, e concorre ao lado do vice Júlio Delgado, também do Avante.
O PSTU apresenta Hertz da Conceição Dias, de 55 anos, como seu candidato. Nascido em São José de Ribamar, no Maranhão, Hertz é professor de história na rede pública e rapper. Ele conta com a professora Vanessa Portugal como vice na sua chapa.
Pablo Marçal, de 39 anos, é o candidato a presidente pelo PRTB. Natural de Goiânia, Goiás, Marçal é empresário e influenciador digital, conhecido por seus cursos de coaching. Ele ganhou notoriedade ao anunciar sua pré-candidatura em 2022 pelo PROS, mas teve sua candidatura barrada por questões legais. Em 2024, ele se lançou como candidato a prefeito de São Paulo, obtendo uma quantidade significativa de votos. Contudo, enfrenta uma situação de inelegibilidade devido a irregularidades em sua campanha, o que pode levar à análise de sua candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Esses candidatos, apesar de pertencerem a partidos com menor representatividade, buscam se firmar no cenário político nacional e conquistar a confiança do eleitorado, em um ambiente eleitoral que promete ser dinâmico e desafiador para todos os concorrentes.





