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Senado Federal rejeita indicação de Jorge Messias ao STF e provoca reações diversas

A rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado Federal gera reações de políticos e autoridades, com opiniões divergentes sobre o impacto da decisão....

Na quarta-feira, 29 de abril de 2026, o Senado Federal decidiu não aprovar a indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para o cargo no Supremo Tribunal Federal (STF). Essa rejeição marca um fato histórico, uma vez que Messias se torna o primeiro indicado a não ser aprovado para o STF desde 1894. O resultado da votação foi de 42 senadores contra e 34 a favor da indicação.

Após a decisão, o ministro do STF André Mendonça expressou seu lamento pela não aprovação de Messias, destacando que o Brasil perdeu a oportunidade de contar com um grande ministro no Supremo. Em suas redes sociais, Mendonça ressaltou as qualidades do indicado, afirmando que ele possui caráter e integridade, além de atender aos requisitos constitucionais para o cargo.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, também se manifestou sobre a rejeição. Boulos considerou que a decisão evidencia uma aliança entre o bolsonarismo e a chantagem política, afirmando que o Senado sai menor desse episódio lamentável. Sua declaração reflete uma crítica à forma como a política tem sido conduzida no país.

A deputada federal Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, classificou o resultado como uma “injustiça”, ressaltando sua insatisfação com a decisão do Senado. A reação dela está alinhada com a posição de muitos que apoiavam a indicação de Messias, considerando que sua rejeição representa um retrocesso.

Por outro lado, o senador Rogério Marinho, do Partido Liberal, descreveu a rejeição como uma “derrota histórica” para o Partido dos Trabalhadores (PT). Marinho enfatizou que o Parlamento demonstrou sua resistência a um projeto que poderia levar ao aparelhamento e censura, colocando em risco a democracia. Ele afirmou que a decisão deixa claro que a figura de Luiz Inácio Lula não é mais viável, sugerindo que o próximo nome para o STF deve ser escolhido com legitimidade após as eleições.

Essas reações demonstram a polarização política que permeia o cenário atual do Brasil, com diferentes interpretações sobre o significado da rejeição de Jorge Messias ao STF. A decisão do Senado não apenas impacta a trajetória do indicado, mas também lança luz sobre as divisões e tensões existentes entre os diversos setores políticos do país.

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