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Governo dos EUA encerra investigações fiscais contra Donald Trump e familiares

Em um acordo judicial, o governo dos Estados Unidos impede a Receita Federal de prosseguir com investigações fiscais contra Donald Trump e sua família. O governo também...
Foto: relogio

Na última terça-feira, 19 de maio de 2026, o governo dos Estados Unidos anunciou a ampliação de um acordo judicial que impede a Receita Federal dos EUA, conhecida como Internal Revenue Service, de continuar as investigações fiscais já em andamento contra o presidente Donald Trump, seus familiares e suas empresas. Essa decisão encerra oficialmente um processo que envolvia US$ 10 bilhões, movido por Trump em razão do vazamento de informações confidenciais sobre suas declarações de imposto de renda.

Os novos termos do acordo foram divulgados pelo Departamento de Justiça, que determinou que o governo estaria "para sempre proibido e impedido" de investigar ou processar Trump, seus filhos e a Trump Organization em relação a questões tributárias que já estavam sob análise antes do entendimento. Essa medida limita, portanto, as investigações fiscais que envolvem o presidente e seu grupo empresarial.

De acordo com o Departamento de Justiça, a restrição se aplica somente a auditorias já existentes, não impedindo futuras análises tributárias. O governo dos EUA também concordou em emitir um pedido formal de desculpas a Trump pelo vazamento de dados fiscais, embora não haverá indenização monetária direta ao presidente como parte do acordo.

Além do encerramento da disputa judicial, foi criada uma fundo de quase US$ 1,8 bilhão, destinado a indenizar pessoas e organizações que alegam ter sido alvo de investigações politicamente motivadas durante administrações anteriores. O procurador-geral interino, Todd Blanche, mencionou que esse fundo servirá para reparar as vítimas do que ele caracteriza como "uso político do sistema de Justiça".

Em resposta a questionamentos de parlamentares, Blanche não descartou a possibilidade de que indivíduos investigados pela invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 possam solicitar compensações financeiras. A criação do fundo gerou reações imediatas entre democratas e organizações de fiscalização ética, com críticos argumentando que a medida poderia funcionar como um mecanismo de compensação para aliados políticos de Trump.

O líder republicano no Senado, John Thune, expressou sua desaprovação à proposta, afirmando não ser "grande fã" dela. Por sua parte, Trump declarou que o fundo visa reembolsar pessoas que, segundo ele, foram tratadas injustamente durante o governo do ex-presidente Joe Biden. Informações da imprensa indicam que o republicano optou por desistir da ação após perceber indícios de que o juiz do caso poderia aprofundar questionamentos sobre a legitimidade do processo judicial.

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