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Previsão de colheita de milho em 2026 sinaliza queda significativa e estoques preocupantes

A produção de milho no Brasil para 2026 deve totalizar 134,1 milhões de toneladas, uma redução de 10 milhões em relação ao ano anterior. A estiagem em...
Foto: Logo Tarobá - Branco

O clima no Brasil tem gerado apreensão no mercado de milho, com uma divisão clara entre as regiões. Enquanto estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul receberam chuvas que beneficiaram as lavouras de inverno, a seca severa compromete o crescimento das plantações na região central, particularmente Em Goiás e no Triângulo Mineiro.

As consequências dessa estiagem prolongada são alarmantes. Em Goiás, a previsão de colheita foi drasticamente reduzida de quase 12 milhões de toneladas para 7,8 milhões. No Mato Grosso do Sul, as perdas esperadas ultrapassam 1 milhão de toneladas. No total, a chamada "safrinha" brasileira registrou uma redução de 7 milhões de toneladas, um impacto considerável para aqueles que dependem do milho para a alimentação animal e produção de alimentos.

Frente a esse quadro, a produção total de milho no Brasil para 2026 deve se situar em 134,1 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 10 milhões em comparação ao ano anterior. Essa diminuição na produção acarretará uma redução nos estoques, que devem cair de 22 milhões para 16 milhões de toneladas até o final do ano.

Com a oferta de milho diminuindo, tanto consumidores quanto produtores devem se preparar para um cenário de preços elevados ou em contínua ascensão nos próximos meses. A pressão sobre o mercado é evidente, e as medidas para mitigar os danos da seca se tornam cada vez mais urgentes para assegurar a estabilidade da cadeia produtiva do milho no Brasil.

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