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Líder da oposição venezuelana destaca importância do retorno à Venezuela em encontro em Madri

María Corina Machado, em ato na Espanha, fala sobre a preparação dos venezuelanos no exterior para a reconstrução de seu país. Ela também defende diálogo com os...

Neste sábado, 18, María Corina Machado, reconhecida líder da oposição venezuelana, reuniu um expressivo número de apoiadores na Puerta del Sol, em Madri, capital da Espanha. Durante o evento, ela enfatizou a necessidade de os venezuelanos que residem fora do país se prepararem para o "dia do reencontro e da reconstrução". "Aqui estamos iniciando o retorno para casa", declarou à multidão, que clamava por novas eleições.

Machado ressaltou que os compatriotas que deixaram a Venezuela aproveitaram o tempo no exterior para se estabelecer e se organizar, visando um possível retorno. O encontro com os emigrantes marca um ponto alto na visita de Corina à Espanha, onde ela refletiu sobre os anos sob o chavismo, considerando-os um período de preparação para um novo cenário político.

Em seu discurso, a líder oposicionista mencionou os "27 anos" de governo chavista, afirmando que "tudo o que fizemos durante estes longos 27 anos foi nos preparar para um momento de reencontro e de construção de uma nação que será livre para sempre". A escolha de Madri como local do evento se deve ao significativo número de cidadãos venezuelanos na Espanha, estimado em cerca de 700 mil.

Em uma coletiva de imprensa subsequente, María Corina Machado defendeu sua decisão de conceder o Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para ela, Trump foi o único líder global disposto a arriscar a segurança de seus próprios cidadãos em prol da liberdade da Venezuela. A líder também mencionou a importância do diálogo com Washington, considerando os Estados Unidos uma peça "fundamental" no processo de transição democrática no país.

Corina revelou que discute sua volta à Venezuela com o governo norte-americano, afirmando que "o processo está sendo conduzido com respeito mútuo e entendimento". Ela criticou diretamente a atual administração interina, apontando Delcy Rodríguez e seu grupo como representantes do "caos", "violência" e "terror". As declarações de Machado refletem um desejo de reconfigurar o cenário político venezuelano em um futuro próximo.

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