O assédio não se limita apenas ao goleiro. Vozinha informou que até sua mãe, que reside em Cabo Verde, passou a ser alvo de atenção indesejada por parte dos torcedores. “Muita gente com más intenções viu uma oportunidade para tirar proveito econômico de mim”, relatou o jogador, ressaltando que pessoas desconhecidas tentaram contatar seus familiares.
Além do assédio direto, o goleiro agora enfrenta situações comuns a celebridades, como pedidos de fotos e autógrafos em locais públicos. “Agora, quando saio ou vou a um restaurante, sempre há alguém que quer tirar uma foto comigo, pede um autógrafo. Ou, pior, alguém me grava”, comentou Vozinha sobre a nova realidade que enfrenta.
A mãe de Vozinha, por sua vez, também tem lidado com a situação, recebendo visitas frequentes de torcedores em sua casa, que buscam conhecê-la ou conseguir uma fotografia. O goleiro enfatizou que, por não estar presente, não consegue ajudar e que sua família precisa aprender a estabelecer limites diante desse novo cenário.
Apesar das dificuldades que a fama trouxe, Vozinha admite que prefere a vida que tinha antes do Mundial. “Se me dessem a escolher entre a vida que tenho hoje e a que tinha antes, escolheria a de antes”, confessou ele. No entanto, a exposição também trouxe oportunidades, como a transferência para o Colo-Colo e a indicação ao Troféu Yashin, que premia o melhor goleiro do mundo.





