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Violência cruza o caminho de vendedores de sonhos e deixa casal no prejuízo em Curitiba

A perseguição que terminou com a execução de Juarez Lopes Hubert Filho, de 45 anos, na tarde da última segunda-feira (19), no bairro Sítio Cercado, em Curitiba,...

A perseguição que terminou com a execução de Juarez Lopes Hubert Filho, de 45 anos, na tarde da última segunda-feira (19), no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, deixou marcas que vão além da cena do crime.

A perseguição que terminou com a execução de Juarez Lopes Hubert Filho, de 45 anos, na tarde da última segunda-feira (19), no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, deixou marcas que vão além da cena do crime. No meio da fuga e da violência, um casal de vendedores de sonhos acabou tendo a rotina destruída depois que o carro deles foi atingido pelo veículo da vítima. Imagens de câmeras de segurança mostram que Juarez dirigia um Fiesta vermelho quando passou a ser perseguido por ocupantes de um Ônix preto. Durante a tentativa de escapar, ele percorreu cerca de três quadras dirigindo de ré. Foi nesse momento que acabou batendo contra um Fiat Palio, conduzido por Alcir Duarte, de 64 anos, que quase estava parado na via. “Eu ouvi uns estouros e pensei que era bombinha. Quando cheguei perto do final da rua, vi o carro vermelho vindo e batendo na traseira. Depois disso, não vi mais nada” Com o impacto, o vendedor ficou ferido e precisou ser levado ao hospital. Ele ainda sente dores no corpo e relata que ficou profundamente abalado. “Foi traumático. Eu tremia que nem vara verde”, disse. Após trilha com ‘novos amigos’, Thayane se despede do Paraná e volta ao Amazonas: ‘Não tinha condições de permanecer’ Após a colisão, Juarez tentou fugir a pé, mas foi alcançado. Dois homens desceram do Ônix e efetuaram mais de 30 disparos, atingindo principalmente o tórax e a cabeça da vítima, que morreu no local. O caso é tratado pela polícia como execução. Sonhos interrompidos O carro de Alcir, usado diariamente para a venda de sonhos pelas ruas da região, ficou com a frente e a traseira amassadas e o motor parou de funcionar. A notícia chegou rápido à esposa dele, Maria Elza, confeiteira responsável por preparar os doces. Ela conta que havia terminado de rechear os sonhos menos de meia hora antes do acidente. “Foi um amigo do meu filho que avisou que tinham batido no carro. Quando cheguei lá, vi o tamanho do estrago. O rapaz já estava morto e meu marido muito nervoso. Não sei como aguentou”, relembrou. Autônomos, os dois vivem do trabalho diário para pagar as contas de casa e comprar medicamentos. Agora, além do susto, enfrentam a preocupação com a falta de renda e o custo do conserto do veículo. “Todo dia a gente trabalha para pagar as continhas, remédio, tudo. Agora vamos chamar o funileiro para fazer um orçamento e ver quanto vai ficar. Mas vamos seguir em frente e continuar trabalhando” Reportagem completa

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