Além da acusação de desvio de R$41 mil para a amarração amorosa, Juliana é suspeita de manter uma servidora fantasma durante seu período como secretária municipal de Saúde. O MPSP afirma que essa funcionária permaneceu na folha de pagamento sem exercer efetivamente suas funções por cerca de um ano, resultando em um prejuízo estimado de R$30 mil aos cofres públicos.
O processo que investiga a vice-prefeita segue em segredo de Justiça, atualmente na fase de alegações finais. O MPSP está requisitando o ressarcimento integral dos valores desviados, evidenciando a gravidade da situação e o potencial impacto na administração pública.







