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Tremor de 4,6 graus atinge área próxima a Teerã, no Irã

Um terremoto de magnitude 4,6 foi registrado na noite de terça-feira, 12, em Pardis, região de Teerã. O evento sísmico, que durou cerca de dez segundos, não...

Na noite de terça-feira, 12, o Irã foi abalado por um tremor de magnitude 4,6, com epicentro na cidade de Pardis, localizada na província de Teerã, nas proximidades de Mazandaran. O evento sísmico ocorreu por volta das 11h47 (horário local) e teve uma duração estimada de dez segundos, conforme informações de agências internacionais.

De acordo com os Relatórios da Cruz Vermelha, que foram enviados à agência Fars, não foram registradas vítimas ou prejuízos materiais resultantes do terremoto. A Organização de Gestão de Crises do Irã também confirmou, após avaliações iniciais, que não houve danos relevantes na área afetada.

Além do tremor principal, dois abalos secundários foram registrados na fronteira entre as províncias de Teerã e Mazandaran, com magnitudes de 4 e 3,4, conforme veiculado pela agência Fars. O epicentro do primeiro abalo secundário foi localizado a uma profundidade de 10 km.

No contexto de crise que envolve o Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou severamente um acordo de cessar-fogo proposto pelo país persa, chamando-o de "inacreditavelmente fraco". O debate sobre a trégua se intensificou, especialmente após o republicano classificar a proposta de paz iraniana como "lixo inaceitável", conforme reportado pela Fox News.

Trump, ao comentar sobre as ações anteriores do Irã em relação a países do Golfo, afirmou que "ninguém pensou que ocorreriam ataques a Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos". Ele considerou essas ações como um erro estratégico significativo e disse que o Irã desperdiçou seus mísseis.

Enquanto isso, o governo iraniano continua a exigir o término do bloqueio ao Estreito de Ormuz, imposto pelos EUA, assim como a permissão para exportar petróleo sem restrições. Além disso, o Irã demanda um cessar-fogo imediato no Líbano, onde operações israelenses visam o Hezbollah, além da solicitação de levantamento de sanções e desbloqueio de ativos financeiros.

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