Toffoli deixou a relatoria do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) sob pressão da Polícia Federal (PF).
A medida ocorreu após a PF ter encontrado evidências de que o ministro Toffoli havia recebido pagamentos de R$ 20 milhões de uma empresa que ele é sócio.
A pressão sobre Toffoli aumentou após a PF ter encontrado mensagens sobre os pagamentos em um celular de um amigo do ministro, Vorcaro.
Toffoli reagiu alegando que a suspeição no caso se baseava em 'ilações' e que ele permaneceria na relatoria do caso Master.






