Em Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana do Paraná, testemunhas afirmam que a suspeita apontada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) não foi a responsável pelos disparos que atingiram uma criança de dois anos. A divergência de versões tem levantado dúvidas sobre o andamento da investigação, que foi inicialmente descrita como praticamente concluída.
O delegado Bradok, da PCPR, afirmou que o caso estava quase esclarecido.
No entanto, o pai da vítima, Adeiqson de Almeida, contestou essa versão, alegando que ele e outras duas testemunhas não foram ouvidos pela polícia durante a investigação.
Para a corporação, Amanda teria armado a emboscada e agido sozinha.







