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Suspeito de agressão a atendente de drive-in é morto em abordagem policial

Felipe Andrius de Moraes, suspeito de agredir uma atendente de drive-in em Curitiba, foi morto durante uma abordagem do Batalhão da Rotam. O jovem, que tinha 14...

Na noite de segunda-feira (27), Felipe Andrius de Moraes, suspeito de agredir uma atendente de um drive-in em Curitiba, foi morto durante uma tentativa de abordagem realizada pelo Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas). Felipe, que estava a pé e ciente de que era procurado, estava armado e, ao notar a aproximação dos policiais, entrou em uma área de mata, onde disparou contra a equipe de segurança.

Os policiais reagiram ao ataque, resultando em um confronto em que Felipe Andrius foi atingido. Equipes de socorro foram acionadas, mas o jovem não sobreviveu aos ferimentos. Ele possuía um histórico criminal com cerca de 14 passagens pela polícia.

O caso que levou à busca por Felipe ocorreu no domingo (26), quando uma atendente de drive-in foi agredida no bairro Capão Raso. De acordo com o delegado Diego Martins, dois homens chegaram ao local de bicicleta. Enquanto um deles perguntou sobre os produtos, o outro invadiu a cozinha e anunciou o assalto. O drive-in opera com pedidos feitos sem que os clientes saiam de seus veículos, o que tornou a situação ainda mais crítica.

As câmeras de segurança registraram a ação do agressor, que exigiu a senha do celular da vítima e a atacou fisicamente. A agressão, que durou cerca de 60 segundos, foi um momento de intensa violência, e Felipe Andrius de Moraes foi identificado como um dos envolvidos pelas imagens.

Em entrevista à repórter Pollyana Gomes, a vítima relatou os momentos de terror vividos durante a agressão. Ela foi levada ao hospital, onde recebeu atendimento para os ferimentos, incluindo um corte profundo na cabeça que exigiu vários pontos. A mulher expressou alívio pela detenção de Felipe, embora tenha ressaltado que não deseja a morte de ninguém. Ela ainda pediu que a polícia encontrasse o outro autor do crime.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) permanece em busca do segundo envolvido, que segue foragido. O caso levanta preocupações sobre a segurança em estabelecimentos que operam de forma semelhante, sinalizando a necessidade de medidas preventivas para proteger funcionários e clientes em situações vulneráveis.

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