Mais uma vez a Paróquia São Martinho de Lima teve gente de vida fácil tentando invadir a casa católica, desta vez foi mais grave, os suspeitos tentaram derrubar o portão de entrada do santuário e não conseguiram, agora a polícia vai investigar se os contantes roubos da fiação elétrica é uma ação de intolerância religiosa ou perseguição política.
Imagens de câmeras de segurança foram repassadas para a PC-PR (Polícia Civil do Paraná) que irá analisar o ocorrido e chegar ao autor da tentativa de derrubar o portão da igreja no Cajuru, um dos bairros que mais frequenta as páginas policiais.
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Há cerca de 10 dias aconteceu o quarto roubo de fios no local, o que a partir de agora obrigará a polícia a aumentar o policiamento na região e a paróquia irá avaliar a contratação de vigias.
As imagens mostram o veículo se aproximando e atingindo a estrutura. Após a colisão, o motorista dá ré, faz uma manobra e deixa o local. Apesar do impacto, o portão não caiu.
Ainda não há informações confirmadas sobre a identidade do motorista nem sobre a motivação da ação. Também não foi informado se houve registro de danos estruturais além do impacto no portão.
A nova ocorrência acontece em meio a uma série de furtos que vem preocupando a comunidade religiosa. Segundo o padre Messias Galieta, responsável pela paróquia, o caso mais recente de furto de fiação antes da colisão ocorreu em 15 de outubro e foi o quarto registrado no local.
Na ocasião, imagens de segurança mostraram dois homens agindo na área externa da igreja. Conforme o relato do padre, os suspeitos teriam subido no muro, cortado os fios e desligado a cerca elétrica antes de retirar a fiação instalada próxima à casa paroquial.
“Dessa vez foi o relógio da casa paroquial, que é no fundo da paróquia. Eles subiram no muro, cortaram o fio, desligaram a cerca elétrica e levaram a fiação do poste, que a gente está instalando um poste novo. Eles pegaram e levaram de novo”, relatou o padre após o furto.
Mesmo com a instalação de um novo poste, a paróquia voltou a ter prejuízos. A repetição dos crimes também aumentou a preocupação com a segurança do espaço e da residência paroquial.
Em julho, durante outro episódio, criminosos retiraram o cabeamento do relógio de energia, deixando a igreja sem eletricidade. Na época, o prejuízo estimado com a fiação ultrapassava R$ 3,8 mil.
Após os furtos, a paróquia adotou medidas para reforçar a proteção do espaço, incluindo a instalação de arame farpado. O padre também havia manifestado receio de que os responsáveis avançassem para uma invasão da casa paroquial.
Em manifestação anterior sobre os casos, a Polícia Civil informou que continuava investigando os furtos para identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias das ocorrências.
A corporação também destacou a importância do registro dos boletins de ocorrência e da colaboração da população, especialmente com informações que possam ajudar a identificar veículos e suspeitos.
Até o momento, não há confirmação de que a colisão contra o portão tenha relação com os furtos de fiação. A eventual ligação entre os episódios depende da apuração policial.
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Fonte:Paraná Jornal





