Fernando Diniz desempenhou um papel fundamental na negociação que resultou na renovação do contrato de Memphis Depay com o Corinthians. O treinador, que demonstrou apoio à permanência do atacante, fez um contato direto com o jogador, buscando convencê-lo a continuar no clube.
De acordo com informações, Diniz manifestou sua insatisfação com o desfecho das negociações anteriores, o que levou o holandês a reconsiderar sua posição. O técnico expressou que sempre contava com Depay para a nova temporada, o que incentivou o atleta a reabrir as conversas com a diretoria corintiana.
A intervenção de Fernando Diniz foi eficaz, e um novo entendimento foi alcançado entre Memphis Depay e os dirigentes do Corinthians, que acertaram as bases financeiras para a extensão do contrato. Contudo, para que a renovação seja oficialmente homologada, é necessário que o CORI (Conselho de Orientação) aprove a proposta. Para isso, 60% dos conselheiros, um total de vinte, devem votar favoravelmente para que Osmar Stábile possa assinar o novo acordo.
A situação parecia crítica, com indícios de que o atacante e o Corinthians haviam rompido definitivamente. Memphis havia manifestado descontentamento com o andamento das negociações e seus representantes chegaram a sinalizar a possibilidade de levar o caso à justiça para receber valores devidos pelo clube e os dois anos de contrato previamente acordados.
Os representantes de Depay sustentavam que havia evidências suficientes para alegar má-fé por parte do Corinthians, uma vez que o jogador esteve no Brasil, passou por exames médicos, trocou e-mails sobre a renovação, participou de um jogo contra o Internacional e até assinou o contrato, restando apenas a assinatura de Osmar Stábile.
Caso a defesa de Memphis comprovasse a má-fé do clube, o Corinthians poderia enfrentar uma dívida de 77 milhões de reais, além de arcar com os pagamentos previstos na extensão contratual, totalizando um valor estimado em 180 milhões de reais.





