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Reforma na escala 6×1 traz debates acalorados ao Congresso e ao mercado em 2026

A discussão sobre o fim da jornada 6×1 no Brasil ganha contornos políticos e econômicos, com trabalhadores defendendo mais descanso e empresários alertando para impactos nos custos....

A proposta de abolir a escala 6×1, onde trabalhadores têm um dia de folga após seis dias consecutivos de atividade, deve dominar as discussões no Congresso em 2026, ano de eleições. Parlamentares de diferentes alas, incluindo o Centrão, mostram-se favoráveis à mudança, que já contava com apoio de setores da esquerda e foi incorporada pelo governo Lula como parte de suas prioridades.

A reforma na jornada de trabalho é vista como necessária por parte da classe trabalhadora, que aponta prejuízos à saúde física e mental, além de prejudicar o lazer e a convivência familiar. Segundo os defensores da proposta, o modelo atual reduz a produtividade, já que a exaustão compromete o desempenho em comparação com escalas como 5×2 ou 4×3.

Governos e organizações públicas destacam benefícios na adoção de períodos de descanso mais longos, como a diminuição da demanda sobre o Sistema Único de Saúde e a Previdência Social. Esses argumentos ganharam força a partir de um movimento nas redes sociais, liderado pelo influenciador fundador do VAT, que questionou as consequências da exaustão no trabalho.

Setores empresariais resistem à reformulação, temendo elevação nos custos operacionais e possíveis ajustes nos preços de produtos ao consumidor. Confederações empresariais já discutem um manifesto conjunto para alertar sobre os riscos da medida, que também exigiria maior número de funcionários para garantir cobertura de turnos.

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