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Quais as diferenças entre refrigerante diet e zero açucar?

Para quem busca controlar a glicemia, o corredor de bebidas pode parecer confuso. Termos como zero açúcar e diet aparecem com frequência nos rótulos e muitas vezes...


Para quem busca controlar a glicemia, o corredor de bebidas pode parecer confuso. Termos como zero açúcar e diet aparecem com frequência nos rótulos e muitas vezes são usados como se fossem a mesma coisa, o que gera dúvidas sobre o que realmente significam e se uma opção é melhor do que a outra.

Do ponto de vista do controle do açúcar no sangue, tanto os refrigerantes diet quanto os zero açúcar foram desenvolvidos para oferecer sabor doce sem provocar o aumento rápido da glicose que ocorre com bebidas adoçadas com açúcar comum.

Ainda assim, existem outros fatores importantes a considerar. Entender como esses rótulos são definidos, quais adoçantes são utilizados e de que forma eles podem afetar o organismo além da glicemia ajuda a fazer escolhas mais conscientes.

Não existe uma resposta única sobre qual é melhor. Tanto as versões diet quanto as zero açúcar podem fazer parte de uma alimentação voltada ao controle da glicose, desde que o consumo seja moderado e inserido em um contexto adequado.

Essas bebidas costumam ser úteis principalmente para quem está reduzindo o consumo de refrigerantes tradicionais, chás adoçados ou sucos. A recomendação varia conforme a composição nutricional do produto e o que está sendo consumido junto com a bebida.

Consumir um refrigerante diet ou zero açúcar junto a uma refeição equilibrada, com fibras, proteínas e gorduras de boa qualidade, tende a favorecer níveis de energia mais estáveis do que consumi-lo isoladamente.

Alternar essas bebidas com água com gás saborizada ou chás sem açúcar também ajuda a evitar que se tornem a principal fonte de hidratação. De forma geral, a água deve ser a bebida principal do dia, enquanto as opções sem açúcar podem aparecer ocasionalmente, especialmente nas refeições.

Apesar do senso comum, zero açúcar e diet não são exatamente a mesma coisa e não seguem as mesmas regras. O termo zero açúcar não significa ausência total de açúcar, mas indica que o produto contém menos de 0,5 grama de açúcar por porção, uma quantidade considerada nutricionalmente irrelevante. Já diet é um termo mais ligado ao marketing e costuma indicar que o alimento teve redução de calorias ou açúcares em relação à versão original.

Ambas as versões costumam utilizar adoçantes não nutritivos, como aspartame, sucralose, acessulfame de potássio ou estévia. O tipo de adoçante, ou a combinação deles, varia conforme a marca, o que torna importante a leitura da lista de ingredientes, especialmente para pessoas sensíveis a determinados compostos.

Esses refrigerantes são frequentemente indicados como alternativa ao refrigerante comum porque não elevam a glicemia da mesma forma que bebidas com açúcar adicionado.

Estudos mostram que a maioria dos adoçantes não nutritivos não provoca aumento imediato da glicose ou da insulina quando consumidos isoladamente, o que explica sua presença em planos alimentares voltados a pessoas com diabetes.

Ainda assim, as respostas podem variar de pessoa para pessoa. Do ponto de vista da glicemia, não há diferença significativa entre refrigerantes diet e zero açúcar. O que pesa mais é a frequência de consumo e como essas bebidas se encaixam no padrão alimentar como um todo.

Algumas pessoas, especialmente aquelas com resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes, podem perceber alterações no apetite, na vontade por doces ou no conforto digestivo após o consumo de bebidas adoçadas artificialmente.

Além do açúcar no sangue, pesquisadores seguem investigando os efeitos dos adoçantes artificiais em outros aspectos da saúde, como regulação do apetite, saúde intestinal e controle de peso a longo prazo. Em algumas pessoas, o sabor doce sem calorias pode estimular a vontade de consumir mais doces ao longo do dia. Em outras, essas bebidas ajudam a reduzir a ingestão total de açúcar.

A saúde do intestino também é alvo de estudos. Algumas pesquisas sugerem que adoçantes artificiais podem influenciar a microbiota intestinal, que tem papel importante no metabolismo e na regulação da glicose. No entanto, as evidências ainda são inconclusivas e não existe comprovação direta de que esses adoçantes causem diabetes.

Uma abordagem prática é apoiar a saúde intestinal com a inclusão de alimentos fermentados, como iogurte, kefir ou chucrute, sem que isso exija a eliminação total de bebidas diet ou zero açúcar.

No controle do peso, os adoçantes artificiais podem ser úteis para algumas pessoas, principalmente quando substituem bebidas açucaradas que fornecem muitas calorias e pouca saciedade.

Essa troca pode ser positiva dentro de uma estratégia de alimentação mais equilibrada, desde que venha acompanhada de ajustes gerais nos hábitos alimentares, fundamentais para resultados sustentáveis a longo prazo.

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Fonte:Paraná Jornal

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