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Proposta de fim da escala 6×1 gera debates e incertezas no Congresso Nacional

O fim da escala 6×1 é um tema polêmico no Brasil, com apoio popular, mas resistência de opositores e setores da economia. Duas PECs estão em tramitação...

O tema do fim da escala 6×1 é um dos assuntos que deve movimentar o Brasil neste ano. A proposta no Congresso gera divisões: enquanto a maioria dos trabalhadores apoia a medida, setores da oposição e da economia se manifestam contra. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou que uma votação ocorrerá até maio, com dois textos diferentes já em tramitação.

A PEC 8/2025, proposta pela deputada Erika Hilton, espera parecer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Essa proposta sugere uma jornada de trabalho de 4×3, limitando a carga semanal a 36 horas. Outra PEC, a 148/2015, tramita no Senado e foi aprovada na CCJ, com relatoria do senador Rogério Carvalho. Esse texto propõe uma redução escalonada da jornada semanal, iniciando em 42 horas e alcançando 36 horas a partir de 2031.

Nos corredores do Congresso, o debate sobre a redução da jornada é sensível, especialmente em um ano eleitoral. O deputado Reginaldo Lopes afirma que a sociedade já decidiu por uma escala de 40 horas. Ele alerta para o risco de um apagão no mercado de trabalho caso a proposta não avance. Por outro lado, a oposição admite discutir a proposta, embora tenha críticos que consideram a ideia uma estratégia eleitoreira.

A oposição busca apoio do empresariado para barrar a votação, destacando que muitos congressistas se comprometeram a votar a favor do projeto para manter a popularidade. Contudo, a narrativa de que a diminuição da jornada causaria um colapso econômico é contestada por especialistas, que veem a redução da jornada como uma tendência natural.

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