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Procurador-Geral defende arquivamento de inquérito contra Zambelli por ausência de provas

Paulo Gonet argumenta que ex-deputada não executou planos de coação ao STF, apenas os verbalizou enquanto estava fora do Brasil. Julgamento de extradição segue em curso na...
Ex-deputada Carla Zambelli em situação semelhante à sua atual na Itália — Foto:

O procurador-geral da República solicita o arquivamento de investigação contra a ex-deputada federal Carla Zambelli por suposta coação e obstrução à Justiça. Gonet destaca que, apesar de promessas feitas em entrevistas e redes sociais de influenciar autoridades estrangeiras contra o Supremo Tribunal Federal (STF), não há comprovação de ações concretas para concretizar o plano.

No documento enviado ao ministro Alexandre de Moraes, o procurador reforça que as diligências não identificaram provas de materialização do delito. A situação é agravada pela prisão de Zambelli em Roma e pelo andamento do processo de extradição no país, onde ela responde por crimes cometidos no Brasil.

A Polícia Federal já havia se manifestado em setembro, alegando que as supostas coações ficaram apenas na retórica. O relatório da corporação conclui que não foram encontradas evidências de expedientes, contatos ou articulações efetivas para prejudicar ações penais.

A Corte de Apelação de Roma encerrou a fase de audiências sobre a extradição, aguardando deliberação para definir seu futuro. Zambelli cumpre prisão preventiva na Itália desde 29 de julho, após fugir do Brasil pouco antes de esgotar os recursos contra sentença de 10 anos por invasão ao CNJ, crime atribuído a ela em 2023.

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