Os chefes do Executivo que pretendem disputar as eleições de 2026 têm até sábado (4) para renunciar aos seus cargos. Essa data está prevista no calendário eleitoral e corresponde ao prazo de seis meses antes do primeiro turno, que será realizado em 4 de outubro. A regra não se aplica a casos de reeleição e visa evitar o uso da estrutura e do cargo para obter vantagens sobre outros candidatos.
Até o momento, já deixaram seus cargos o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que busca a presidência; o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que deixa o cargo para disputar uma vaga no Senado; e Ronaldo Caiado (PSD), que também renunciou ao governo de Goiás para concorrer à presidência.
Outros ocupantes de funções públicas também precisam se afastar para participar do pleito, conforme determina a Lei de Inelegibilidade, com prazos variando de acordo com o cargo. Ao menos 17 dos 38 ministros do governo Lula deixarão seus postos para disputar as eleições.
No âmbito municipal, oito secretários da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) renunciaram a seus cargos na Prefeitura de São Paulo para concorrer nas eleições gerais de outubro. O prazo de 4 de abril também é o limite para o registro de estatutos de partidos e federações que pretendem participar das eleições de 2026, além de ser a data final para candidatos estabelecê-los em suas circunscrições.








