A partir de 14 de setembro, a Ponte da Integração, que conecta Foz do Iguaçu a Presidente Franco, permitirá a passagem de carros de passeio. Contudo, os motoristas e passageiros que desejam utilizar a nova ligação devem estar cientes de que é obrigatório apresentar o Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço, conhecido pela sigla DTVF.
Inicialmente, a travessia de veículos particulares será permitida durante o período das 7h às 13h e ficará restrita aos moradores de Foz do Iguaçu, no Brasil, e das cidades paraguaianas de Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias. A exigência do DTVF foi confirmada pela Comissão Mista responsável pela operação da ponte.
O DTVF foi criado para facilitar o trânsito de moradores que residem nas proximidades das fronteiras entre os países do Mercosul. Esse documento reconhece que os residentes nessas regiões frequentemente cruzam a fronteira para atividades cotidianas, como trabalho, estudo e comércio, conforme o que permite o acordo entre os países.
Com validade de cinco anos, o DTVF pode ser renovado pelo mesmo período. Embora a emissão do documento seja geralmente voluntária, ele se torna necessário para quem pretende utilizar a Ponte da Integração na modalidade de trânsito vicinal com automóveis particulares.
Para os moradores de Foz do Iguaçu que desejam solicitar o DTVF, o procedimento deve ser feito junto às autoridades paraguaias. De acordo com a Dirección Nacional de Migraciones, brasileiros e outros cidadãos do Mercosul que residem nas localidades brasileiras abrangidas pelo acordo podem fazer o pedido na Oficina de Admisión, situada na Avenida Rogelio Benítez, quase esquina com a 4 de Mayo, em Ciudad del Este. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 14h30.
Os paraguaios que residem em Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias também poderão utilizar a ponte, desde que respeitem as condições estabelecidas para o trânsito vicinal e apresentem o DTVF. Para aqueles que não possuírem o documento, a viagem entre Brasil e Paraguai não será impedida, mas será necessário utilizar outros pontos de fronteira e seguir as normas migratórias comuns.





