O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se contra a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente. Ele argumentou que o laudo pericial sobre a saúde do ex-presidente foi categórico ao concluir que as comorbidades apresentadas não demandam assistência em nível hospitalar. Dessa forma, o PGR afirmou ser viável a continuidade do tratamento médico do ex-presidente no atual local de detenção.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses em uma Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo da Papuda, conhecido como “Papudinha”. O PGR encaminhou um parecer ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, reforçando sua posição.
O local de detenção atual do ex-presidente é capaz de fornecer o tratamento médico necessário, segundo o PGR. Isso significa que a prisão domiciliar não é necessária, mantendo o ex-presidente sob a responsabilidade da justiça brasileira.






