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PF realiza busca e apreensão na 13ª Vara da Lava Jato em Curitiba

A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, epicentro da Lava Jato, por ordem do ministro Dias Toffoli....

A ação foi determinada pelo ministro Dias Toffoli, do STF, e está relacionada à delação de Tony Garcia.

A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, epicentro da Lava Jato, por ordem do ministro Dias Toffoli.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (3), uma operação de busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitaram a maioria das ações da Operação Lava Jato. A ação cumpre determinação do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A investigação, que corre sob sigilo, apura possíveis irregularidades na delação premiada do empresário e ex-deputado estadual do Paraná, Antônio Celso Garcia, conhecido como Tony Garcia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou a abertura do inquérito após apurações da PF indicarem a necessidade de aprofundar as investigações.

Segundo a decisão de Toffoli, a 13ª Vara deve conceder acesso a todos os seus computadores, e a PF deve coletar todos os anexos, itens e mídias relacionados a inquéritos policiais e acordos de delação premiada. O caso tem origem em um acordo de colaboração premiada firmado há 21 anos por Tony Garcia, que alega ter sido forçado por Sérgio Moro a gravar investigados e obter provas contra políticos.

Alegações de Tony Garcia

Em depoimento à PF, Garcia afirmou que relatou as supostas chantagens à juíza Gabriela Hardt, substituta de Moro na 13ª Vara, em 2021. No entanto, as alegações foram encaminhadas ao STF somente dois anos depois, por decisão do então juiz Eduardo Appio.

A PGR alega que os relatos de Garcia apontam para um desvirtuamento das decisões tomadas no âmbito da Operação Lava Jato, com indícios de crimes como concussão, fraude processual, organização criminosa e lavagem de capitais.

Em nota, o senador Sérgio Moro afirmou que o inquérito foi instaurado a partir de um “relato fantasioso do criminoso Tony Garcia” e que sua defesa ainda não teve acesso aos autos do processo. Moro nega qualquer irregularidade e afirma que os relatos de Garcia são mentirosos.

Ele também enfatizou que não há causa para competência do STF no inquérito, já que não há sob investigação ato praticado por ele na condição de senador ou ministro.

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