A operação, denominada segunda fase da Operação Narco Azimut, visa estancar a movimentação de recursos oriundos do tráfico. Cerca de 60 agentes federais saíram às ruas para cumprir 26 mandados, divididos entre ordens de prisão temporária e de busca e apreensão.
A ação ocorreu simultaneamente em diversos municípios, incluindo a capital paulista, Santos, Ilhabela e Taboão da Serra, no estado de São Paulo, além de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. O Judiciário impôs severas restrições societárias, proibindo qualquer movimentação empresarial ou transferência de patrimônio vinculado às atividades sob investigação.
Os investigados misturavam o uso intensivo de papel-moeda com transferências bancárias de alto valor e, crescentemente, a movimentação de criptoativos, buscando dificultar o rastreamento pelas autoridades de controle.
Os alvos da operação estruturavam a circulação dos valores ilícitos utilizando firmas de fachada para dar aparência de legalidade às transações. Com o material apreendido, a Polícia Federal busca aprofundar o entendimento sobre a extensão do esquema e identificar outros integrantes da associação criminosa.








