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Patrulha Maria da Penha realiza palestra sobre violência doméstica em comunidade indígena de Abatiá

Patrulha Maria da Penha de Cornélio Procópio e Jacarezinho realizou palestra sobre violência doméstica na aldeia indígena Ywy Porã, com cerca de 80 participantes....

Ação integra Programa Mulher Segura à Festa Tradicional Tekoa Ywy Porã

Patrulha Maria da Penha de Cornélio Procópio e Jacarezinho realizou palestra sobre violência doméstica na aldeia indígena Ywy Porã, com cerca de 80 participantes.

A Patrulha Maria da Penha de Cornélio Procópio e Jacarezinho realizou, na sexta‑feira (5), uma palestra sobre violência doméstica na Aldeia Indígena Ywy Porã – Posto Velho, em Abatiá. O encontro fez parte do Programa Mulher Segura e integrou a programação da Festa Tradicional Tekoa Ywy Porã, atraindo cerca de 80 participantes, entre moradores, lideranças e representantes de órgãos públicos.

Detalhes da palestra

Durante a ação, as equipes do 2º e 18º Batalhão de Polícia Militar apresentaram os cinco tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha – física, psicológica, sexual, patrimonial e moral – além do ciclo da violência e dos fatores que aumentam o risco, como consumo de álcool, drogas e questões emocionais. Situações práticas foram utilizadas para que a comunidade reconheça sinais de abuso e identifique momentos de vulnerabilidade.

A Patrulha destacou ainda as estratégias de policiamento de proximidade adotadas, que incluem visitas regulares, acompanhamento de situações de risco e diálogo constante com os moradores. Esse modelo preventivo visa reduzir ocorrências e fortalecer a sensação de segurança em áreas mais isoladas.

O espaço reservou tempo para perguntas e relatos, permitindo a troca de experiências entre os participantes e a presença de representantes de órgãos públicos, lideranças tradicionais e instituições parceiras. Essa integração reforça a rede de apoio no enfrentamento à violência doméstica.

Ao final, foram divulgados os principais canais de denúncia e apoio, como o Disque 180, o 190, as Delegacias da Mulher, o aplicativo 190 PR e a rede de assistência social dos municípios. A equipe enfatizou que denunciar é um ato de proteção e que o apoio comunitário é essencial para romper ciclos de violência e garantir a segurança das mulheres indígenas.

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