O artigo analisa a queda do retorno sobre a atenção nas marcas, atribuindo a causa à falta de emoção e conteúdo que estimule neurotransmissores, e propõe um protocolo de personalização para reverter a anemia de likes.
Vivemos um momento singular na história da comunicação corporativa. Nunca se investiu tanto em ferramentas de produção, design de alta fidelidade e equipes de social media. No entanto, ao analisarmos os relatórios de performance de centenas de empresas no último ano, detectamos um padrão alarmante: o retorno sobre a atenção (ROA) está em queda livre.
Vivemos um momento singular na história da comunicação corporativa. Nunca se investiu tanto em ferramentas de produção, design de alta fidelidade e equipes de social media.
No entanto, ao analisarmos os relatórios de performance de centenas de empresas no último ano, detectamos um padrão alarmante: o retorno sobre a atenção (ROA) está em queda livre.
O mercado publicitário tradicional tenta justificar esse fenômeno culpando as “mudanças no algoritmo” ou a “saturação do digital”. A Church Martech, através de sua metodologia de diagnóstico clínico, rejeita essa visão superficial.
O algoritmo não é o assassino; ele é apenas o legista. A causa da morte da relevância de uma marca é interna e biológica.





