O estado do Paraná obteve um DESEMPENHO notável no Exame Nacional de DESEMPENHO dos Estudantes (Enade) de 2025, figurando como o segundo estado brasileiro com o maior número de Cursos de Licenciatura avaliados, apenas atrás de São Paulo. Ao todo, 181 dos 457 cursos paranaenses receberam os conceitos 4 e 5, as notas mais altas da escala, resultando em um índice de 39,61%. Esse percentual é superior à média nacional, que ficou em 39,19%. As informações foram divulgadas recentemente pelo Ministério da Educação (MEC).
Em termos absolutos, o Paraná ocupa a terceira posição no país, superado apenas por São Paulo, que tem 337 cursos, e Minas Gerais, com 203. Essa performance reafirma a posição do estado como um centro de excelência na formação de professores. No total, 73 instituições de Ensino Superior, tanto públicas quanto privadas, tiveram seus cursos avaliados, abrangendo 58 municípios em diversas regiões do estado. Entre os cursos, 75 obtiveram conceito 5, 106 receberam conceito 4 e 76 foram classificados com conceito 3.
A avaliação abrangeu 17 áreas do conhecimento, incluindo Pedagogia, Matemática, Ciências Biológicas, História e Letras. As sete universidades estaduais do Governo do Paraná destacaram-se, concentrando a maior parte dos cursos com as notas mais elevadas. Juntas, elas somam 83 cursos com conceitos 4 ou 5, dos quais 31 alcançaram nota 5 e 52 obtiveram nota 4, representando quase 45,8% dos cursos excelentes do estado, além de 28 cursos com conceito 3.
A diretora de Ensino Superior da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Maria Aparecida Crissi Knuppel, destacou que os resultados refletem o compromisso das instituições com a formação docente. Ela ressaltou que o DESEMPENHO do Paraná evidencia um trabalho contínuo e um crescimento significativo em comparação com a edição anterior do exame.
O Enade é uma avaliação fundamental para medir o DESEMPENHO dos Estudantes, levando em consideração os conteúdos programáticos, habilidades e competências adquiridas durante o curso. Os resultados são utilizados para compor indicadores de qualidade da educação superior, como o Índice Geral de Cursos (IGC), e a prova permanece como um componente curricular obrigatório para os cursos de graduação.







