Estado não registra casos humanos locais desde 2019 e intensifica vigilância com tecnologia.
Com a proximidade do verão, a Sesa reforça a importância da vacinação contra a febre amarela, disponível em todas as UBSs do Paraná.
Com a proximidade do verão e o aumento das viagens para áreas de risco, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) do Paraná reforça a importância da vacinação contra a febre amarela. A vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e leva cerca de 10 dias para garantir a proteção completa.
O Paraná tem apresentado bons resultados na vacinação. Na sazonalidade 2024/2025, foram aplicadas mais de 365 mil doses da vacina.
A doença é considerada imunoprevenível, o que significa que a vacinação correta elimina o risco de desenvolvê-la.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destacou a importância de programar a imunização antes de viajar. Ele alertou para que a vacinação não seja deixada para a última hora, garantindo a segurança durante as viagens.
Vigilância e Monitoramento
O Paraná não registra casos humanos locais de febre amarela desde 2019. O último Informe Epidemiológico atesta a eficácia da vigilância: de julho de 2024 a junho de 2025, foram registradas 101 notificações de epizootias (macacos doentes ou mortos) em 23 municípios, mas nenhuma confirmada para febre amarela.
A Sesa utiliza o Sistema de Informação Georreferenciado (SISS-Geo) para monitorar a doença em tempo real. Essa tecnologia permite que a notificação de um macaco doente chegue à central de informação e aos municípios em tempo real, auxiliando na delimitação de áreas de risco e no mapeamento da região.
A febre amarela é uma doença viral infecciosa transmitida pela picada de mosquitos infectados. Os macacos são hospedeiros naturais, e o homem é um hospedeiro acidental.
O Paraná não é considerado um estado endêmico para a febre amarela.






