O nascimento prematuro e a internação do bebê em uma UTI neonatal colocam as mães em situação de maior vulnerabilidade emocional. No Paraná, a Secretaria de Estado da Saúde implanta ações para minimizar esses impactos, incluindo o Método Canguru, que já atende pacientes no Hospital de Clínicas de Curitiba.
Esse modelo de assistência neonatal promove o contato pele a pele entre pais e bebês de baixo peso, na posição vertical, por longos períodos. Além de melhorar a estabilidade física do recém-nascido, a prática contribui para o bem-estar psicológico dos responsáveis, reduzindo riscos como depressão pós-parto, ansiedade e estresse traumático.
De acordo com a coordenadora da UTI Neonatal do Hospital de Clínicas, apoio às mães é iniciado desde a identificação de gravidez de risco. Atendimentos psicológicos são oferecidos no ambulatório pré-natal e continuam durante a internação, reforçando o cuidado integral aos bebês e seus familiares.
O secretário estadual da Saúde reforça que a saúde mental materna é prioridade, garantindo melhores condições para o estabelecimento do vínculo com o filho desde o período hospitalar.






