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Paraná Implementa IA para Prevenir Violência Contra Mulheres

O Paraná desenvolveu uma IA para prever e prevenir reincidência de agressões contra mulheres, cruzando dados para identificar fatores de risco....

Algoritmo inédito mapeia riscos de reincidência em casos de violência doméstica, auxiliando na prevenção e proteção às vítimas.

O Paraná desenvolveu uma IA para prever e prevenir reincidência de agressões contra mulheres, cruzando dados para identificar fatores de risco.

O estado do Paraná está implementando uma ferramenta de inteligência artificial inovadora para combater a violência doméstica. O Algoritmo de Revitimização de Violência Doméstica, desenvolvido pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp), analisa dados de boletins de ocorrência unificados de 2010 a 2023, buscando padrões que indiquem risco de novas agressões contra mulheres que já foram vítimas.

O objetivo é usar esses dados para subsidiar ações preventivas mais eficazes por parte das polícias paranaenses, ampliando a rede de proteção às mulheres em situação de vulnerabilidade. O sistema analisa mais de 15 milhões de informações, incluindo dados do Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Funcionamento do Algoritmo

O algoritmo gera um índice de risco de 0 a 1, indicando a probabilidade de a vítima sofrer nova agressão. Fatores como a existência de filhos, dependência financeira da mulher em relação ao agressor, desemprego ou dificuldades financeiras do agressor, e acesso a armas de fogo são levados em consideração.

Esse índice orientará o trabalho das forças de segurança, permitindo uma resposta mais rápida e direcionada.

A delegada titular da Delegacia da Mulher da Capital, Emanuele Maria de Oliveira Siqueira, ressalta que a IA não substituirá a avaliação individual de cada caso, mas fornecerá dados estatísticos valiosos para fundamentar ações de prevenção. A expectativa é que o projeto piloto direcione esforços e recursos para os casos mais graves, garantindo que nenhuma mulher em situação de alto risco fique desprotegida.

O desenvolvimento da tecnologia continuará ao longo de 2026.

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