A Caixa Econômica Federal conclui nesta quinta-feira (30 de abril de 2026) o pagamento da parcela de abril do Programa Bolsa Família, destinado a beneficiários que possuem Número de Inscrição Social (NIS) com final 0. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com a inclusão de um novo adicional, o valor médio do benefício aumentou para R$ 678,22.
O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informa que, neste mês, o programa atendeu 18,9 milhões de famílias, resultando em um gasto total de R$ 12,8 bilhões. Além do valor básico, os beneficiários podem receber três adicionais: o Benefício Variável Familiar Nutriz, que oferece seis parcelas de R$ 50 para mães com bebês de até seis meses, um acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes, e outro de R$ 150 para cada criança de até seis anos.
Os pagamentos do Bolsa Família são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários têm à disposição o aplicativo Caixa Tem, onde podem consultar as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas, facilitando o acompanhamento de suas contas digitais.
No último dia 16, o pagamento antecipado alcançou 173 cidades em 11 estados, beneficiando moradores de 121 municípios no Rio Grande do Norte, que enfrentam problemas relacionados à seca, além de cinco cidades de Minas Gerais afetadas por enchentes. Também foram contempladas localidades nos estados do Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Sergipe.
Esses municípios foram selecionados devido a condições climáticas adversas, como chuvas e estiagens, ou pela presença de comunidades indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista completa das cidades que receberam o pagamento antecipado pode ser consultada na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não enfrentam mais o desconto do Seguro Defeso, conforme estabelecido pela Lei 14.601/2023, que reestruturou o Programa Bolsa Família (PBF). Em abril, cerca de 2,34 milhões de famílias estavam sob a regra de proteção, que permite que, ao conseguirem emprego e aumentarem a renda, recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que cada integrante da família tenha uma renda de até R$ 706.







