A Polícia Federal (PF) executou um mandado de busca e apreensão em Foz do Iguaçu, no dia 2 de setembro de 2026, durante uma operação nacional focada no combate a abusos sexuais contra crianças e adolescentes. A ação foi parte da Operação Nacional PROTEÇÃO Integral V, que ocorreu simultaneamente nas 27 unidades da Federação.
Na operação, não foram registradas prisões ou flagrantes em Foz do Iguaçu. No entanto, em todo o Brasil, a PF cumpriu 153 mandados de busca e apreensão, resultando em 31 prisões em flagrante e no cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva. Além disso, três menores foram apreendidos e duas vítimas de abuso foram identificadas e resgatadas.
Cerca de 755 policiais participaram da ação, sendo 480 da Polícia Federal e 275 das Polícias Civis. O foco da operação foi identificar e atuar contra indivíduos suspeitos de armazenar, compartilhar, comercializar ou produzir conteúdos relacionados ao abuso sexual INFANTIL.
Esta ofensiva é coordenada pela PF e conta com a colaboração das Polícias Civis de 20 estados, com mandados executados em todas as unidades da Federação. A iniciativa faz parte de um conjunto de operações que começaram em 2025, visando combater crimes sexuais, especialmente aqueles que ocorrem na internet.
Entre janeiro e agosto de 2026, a Polícia Federal já havia cumprido pelo menos 980 mandados de prisão visando foragidos da Justiça acusados de crimes sexuais no Brasil. As Polícias Civis de Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins participaram da operação desta quarta-feira.
Além das ações de repressão, a PF fez um alerta aos pais e responsáveis para que acompanhem a atividade de crianças e adolescentes na internet. A orientação inclui discutir os riscos de redes sociais, jogos e aplicativos, além de alertar sobre contatos com desconhecidos. Mudanças repentinas de comportamento e segredos excessivos sobre o uso de dispositivos eletrônicos podem ser sinais de situações de risco.





