Os governos dos Estados Unidos e de Israel realizaram, na manhã deste sábado (28), uma ofensiva militar contra o Irã. O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou a ação, que eleva significativamente a tensão no Oriente Médio e pode se prolongar por vários dias, conforme autoridades envolvidas. Ataques foram registrados em diferentes regiões do Irã, e o Exército de Israel informou ter atingido dezenas de alvos militares na primeira fase da ofensiva.
O governo iraniano anunciou uma retaliação com ataques de drones, atingindo bases americanas nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Kuwait, além de instalações na Jordânia e Iraque. Teerã foi alvo de ao menos três explosões durante a chamada “Operação Fúria Épica”, com vídeos mostrando colunas de fumaça no centro da cidade. Relatos preliminares indicam que um dos ataques ocorreu próximo à residência do Líder Supremo iraniano, Ali Khamenei.
Fontes de segurança israelenses afirmaram que um dos principais objetivos da primeira onda de bombardeios era atingir líderes do regime iraniano. O presidente Donald Trump caracterizou a ação militar como “massiva e contínua”, afirmando que o objetivo é defender o povo americano e eliminar ameaças do Irã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também confirmou a operação, classificando o Irã como uma ameaça existencial.
Após os ataques, Israel e Irã fecharam seus respectivos espaços aéreos. O Ministério da Saúde iraniano informou que ambulâncias foram enviadas para áreas centrais de Teerã, que se encontram em estado de alerta máximo. Informações sobre o número de mortos ou feridos ainda não foram oficialmente confirmadas.






