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O que muda com a obrigatoriedade da biometria nas eleições de 2026?

O Tribunal Superior Eleitoral busca concluir o cadastramento biométrico de 100% dos eleitores até 2026. Em municípios com revisão eleitoral obrigatória, faltar à atualização pode resultar no...

A Justiça Eleitoral avança na modernização da identificação dos eleitores para evitar fraudes e garantir maior precisão no registro do sufrágio. A biometria, adotada como etapa final desse processo, teve sua implementação pausada durante a pandemia, mas agora retoma o objetivo de atingir toda a população apta.

Em 2026, o cadastramento biométrico será obrigatório apenas em municípios que passarem por revisão do eleitorado determinada pela Justiça Eleitoral. Os eleitores nessas localidades devem comparecer para atualizar dados como impressões digitais e fotografia, sob risco de cancelamento do título.

Quem ainda não possui título eleitoral ou deseja transferir domicílio também precisará fazer o cadastro biométrico, caso o cartório possua o equipamento necessário. Após as eleições municipais de 2024, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reabrirá o sistema para novas atualizações.

A evolução histórica da biometria começou em 2008 com testes em três cidades. Entre 2010 e 2018, o sistema foi expandido progressivamente para capitais e municípios com problemas no cadastro eleitoral. A tendência é que a exigência se torne universal nos próximos anos.

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