A jornalista Thalita Tavares Caturelli Passoni faleceu aos 46 anos na madrugada da última quarta-feira (26). Reconhecida por sua contribuição ao jornalismo esportivo, ela fez parte da equipe da TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo no Tocantins, onde apresentou o programa Globo Esporte Tocantins. Além de seu trabalho na televisão, Thalita dedicou-se a um projeto voltado ao atendimento de pessoas com autismo.
Thalita lidava com um câncer há cerca de um ano. A notícia de seu falecimento foi divulgada pelo Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, uma instituição que ela fundou em homenagem a seu filho. O instituto destacou que, mesmo diante da doença, Thalita manteve uma atitude positiva e uma leveza que cativava todos ao seu redor.
Natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Thalita se mudou para Palmas, no Tocantins, em 2007. Foi nessa cidade que ela construiu sua carreira no jornalismo, ganhando destaque na televisão local. Durante sua passagem pela TV Anhanguera, se destacou à frente do Globo Esporte Tocantins, onde se tornou uma figura conhecida pela cobertura do esporte regional. Além de sua atuação na TV, também trabalhou como comentarista esportiva na rádio CBN Tocantins.
Thalita permaneceu no Tocantins por seis anos, encerrando sua trajetória na emissora em 2013, quando se transferiu para Maceió, em Alagoas. Sua carreira, no entanto, não se limitou ao jornalismo; ela também criou o Espaço Junior, que oferece atendimento especializado a pessoas com autismo.
Entre colegas de trabalho, era carinhosamente chamada de “Japinha”. Thalita deixou um filho de 10 anos. Em respeito ao desejo da jornalista, não haverá velório, conforme informado pelo Espaço Junior.
A morte de Thalita gerou grande repercussão nas redes sociais, onde muitos internautas prestaram homenagens e recordações. Um dos tributos expressou a gratidão por ter tido a oportunidade de conhecê-la, ressaltando sua capacidade de enxergar o melhor nas pessoas e a importância de sua presença na vida de muitos.





