A relação de Moura Ribeiro com Andreson de Oliveira Gonçalves, denunciado pela PGR por suspeita de envolvimento na compra de decisões judiciais, também foi mencionada na decisão. Além disso, a advogada Miriam Ribeiro é citada como uma possível ligação no caso.
Em resposta às acusações, Moura Ribeiro emitiu uma nota na qual nega qualquer envolvimento e afirma não ter conhecimento sobre a existência de investigações relacionadas às suas decisões judiciais. O ministro destacou que, segundo um relatório da PF, não foram encontradas evidências que indicassem ilicitude de sua parte ou de servidores associados.
Ele criticou a abordagem da PF, afirmando que a busca por evidências parece não ter fundamento, uma vez que o relatório indicou a inexistência de irregularidades. Moura Ribeiro também se referiu a uma ação penal proposta no STF, questionando a necessidade de investigação sem a presença de autoridades com foro privilegiado, sugerindo que isso reflete uma nova tendência na jurisdição brasileira.







