Médicos que acompanharam a cirurgia de Bolsonaro indicam que a recomendação de prisão domiciliar depende da evolução clínica diária. O ex‑presidente, preso desde 25 de novembro, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo STF. A avaliação clínica inclui autocuidado e a possibilidade de alta em até uma semana, com visitas autorizadas e restrição de dispositivos eletrônicos.
Os médicos que acompanharam a cirurgia de hérnia inguinal bilateral do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (25) não descartaram recomendar prisão domiciliar após a alta hospitalar.
Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 25 de novembro. O ex‑presidente foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão pela participação na trama golpista nas eleições de 2026.
Os médicos Cláudio Birolini e Brasil Caiado disseram que a avaliação clínica será feita diariamente e que a recomendação de prisão domiciliar depende da evolução do paciente, que tem 70 anos.
“É muito precoce dar uma opinião, depende da evolução. Ele tem 70 anos, é um cuidado maior do que o normal.
Essa questão mais técnica a gente vê passo a passo”, disse Caiado.



