A trajetória de Marino Hinestroza no Vasco da Gama tem sido marcada por desafios e desapontamentos. Desde sua chegada ao Rio de Janeiro no início do ano, o atacante colombiano, de 24 anos, não conseguiu reproduzir o bom desempenho que teve no Atlético Nacional. Contratado por cerca de US$ 5 milhões (R$ 27 milhões na época) para adquirir 80% dos direitos econômicos, suas atuações têm gerado críticas por parte da torcida.
Em suas 20 partidas com a camisa vascaína, Hinestroza contabiliza apenas uma assistência e ainda não marcou nenhum gol. Essa performance aquém das expectativas resultou em uma sequência de jogos fora do time principal. Nos últimos três confrontos, o jogador permaneceu no banco de reservas, não sendo utilizado pela comissão técnica.
A situação de Hinestroza se complicou ainda mais com a chegada do novo treinador, Pedro Emanuel. Com a mudança na comissão técnica, o atacante perdeu espaço e teve poucas oportunidades em campo. Ele entrou apenas no segundo tempo em jogos contra o Vitória e o Independiente Medellín, e não foi utilizado nas partidas seguintes contra o Mirassol e o Fluminense.
Pedro Emanuel tem priorizado jogadores que oferecem maior intensidade e participação no jogo coletivo, o que pode ter contribuído para a diminuição das chances de Hinestroza. Apesar disso, o treinador mantém a esperança de que o atleta possa se recuperar e voltar a ser uma opção viável para o ataque do Vasco.
Atualmente, o clube se encontra em um momento crucial da temporada, com um importante jogo marcado para esta quarta-feira, 5, contra o Fluminense, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. No primeiro encontro, as equipes empataram em 0 a 0, e o vencedor do próximo jogo garantirá uma vaga na próxima fase da competição. É provável que Marino Hinestroza permaneça como opção no banco de reservas para essa partida decisiva.





