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Lula designa novos ministros para o conselho da Itaipu e exclui ENBPar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a nomeação de ministros para o conselho da Itaipu Binacional, deixando a ENBPar sem representantes. As indicações foram publicadas...
Foto: relogio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez novas nomeações para o conselho de administração da Itaipu Binacional, conforme publicado na edição do Diário Oficial da União (DOU) de 14 de maio de 2026. Os ministros escolhidos foram Dario Durigan, da Fazenda; Miriam Belchior, da Casa Civil; e Bruno Moretti, do Planejamento e Orçamento. Cada um destes ministros terá um mandato de dois anos, que se estenderá até 16 de maio de 2028.

A composição do conselho gerou discussões, especialmente pela ausência de representantes da ENBPar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional). Esta estatal está vinculada ao Ministério de Minas e Energia e é responsável pela administração dos ativos da União relacionados a empresas nucleares e binacionais, incluindo a gestão do lado brasileiro da usina de Itaipu.

Apesar da relevância da ENBPar na governança da hidrelétrica, não houve indicações de integrantes dessa empresa para o conselho de administração. O colegiado da Itaipu Binacional é formado por sete membros, e entre aqueles que permanecem estão Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; e Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, além de Iggor Gomes Rocha.

As novas nomeações refletem a estratégia do governo e a reestruturação do conselho em um momento em que a Itaipu Binacional continua a desempenhar um papel crucial na matriz energética do Brasil. A escolha dos ministros pode sinalizar uma nova abordagem nas relações entre o governo federal e as estatais que atuam no setor de energia.

Com as alterações, o conselho busca fortalecer sua atuação na gestão da usina, que é uma das maiores hidrelétricas do mundo, e garantir que as decisões estratégicas sejam tomadas de forma a otimizar os recursos e a produção de energia no país. A falta de representantes da ENBPar, no entanto, levanta questões sobre a influência da empresa na gestão da usina e seu papel nas decisões futuras sobre energia no Brasil.

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