A Polícia Científica de Santa Catarina analisou vídeos que mostram a trajetória do cão Orelha na Praia Brava, em Florianópolis. Os peritos compararam imagens do animal com registros publicados na imprensa, como parte das investigações solicitadas pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
Um adolescente de 15 anos foi acusado de espancar o cão em 4 de janeiro, mas a Polícia Civil não apresentou provas que o incriminassem. A análise das imagens não revelou agressões diretas ao animal, que circulou livremente em áreas próximas à Avenida Tom Traugott Wildi durante a madrugada e a manhã do dia 4.
O cachorro permaneceu por cerca de uma hora na entrada do condomínio Águas da Brava, sem interagir com pessoas. Os peritos também não notaram mudanças significativas na locomoção do animal durante o trajeto analisado.
Além disso, a Polícia Científica realizou uma análise detalhada dos ossos do animal após a exumação, descartando fraturas por ação humana. Os especialistas negaram que Orelha tenha sido atingido na cabeça por um prego, já que tal lesão deixaria uma fratura circular, o que não foi observado na avaliação.






