O jornal Cândido 167, referente a janeiro e fevereiro, explora a utilização da Inteligência Artificial (IA) na produção literária. Este fenômeno recente, surgido em 2022, tem gerado discussões em diversas áreas do setor. Os repórteres Felipe Azambuja e Isa Honório conversaram com especialistas, escritores e editores para entender as repercussões e as análises daqueles que estão diretamente envolvidos na discussão.
Nesta edição, a entrevista é com o escritor Pedro Lucca, que recentemente lançou seu livro de estreia, "Tijolos & Babel", pela Madame Psicose. O multiartista Fausto Fawcett contribui com o texto “O Suco da Laranja Mecânica é Água Viva” em sua coluna Crônicas Vertigens. Além disso, Caetano Negrão publica um trecho inédito de seu romance "Marginal", que aborda a desigualdade social na cultura brasileira, com Curitiba como pano de fundo.
O ensaio “Manter o mundo seguro para a Poesia”, escrito por Luna Madsen, discute a vida da poeta estadunidense Anne Waldman, que se dedica à criação e preservação de comunidades poéticas. Betina Juglair, residente em Porto, Portugal, apresenta o conto “Borbotos”, premiado na Mostra Nacional de Jovens Criadores, enquanto Julia Mateus traz um poema inédito de seu segundo trabalho autoral.
Na seção de Artes Visuais, uma charge da ilustradora Babi Ribeiro, inspirada em Stephen King, acrescenta um toque de humor. A arte da capa é um recorte do tríptico “As Tentações de Santo Antão”, de Hieronymus Bosch, com intervenções do designer Iuri de Sá, ressaltando a capacidade humana de produzir imagens complexas e imaginativas, que contextualizam a pauta principal da edição.





