Jon Jones voltou a ser o centro das atenções no MMA ao expor detalhes de uma negociação frustrada com o UFC. O ex-campeão afirmou que a organização o convidou para um evento histórico na Casa Branca, oferecendo uma bolsa de US$ 15 milhões, aproximadamente R$ 80 milhões. Apesar do valor significativo, Jones considerou a quantia abaixo do esperado e decidiu não aceitar o acordo.
Em suas redes sociais, Jones destacou que estava preparado para voltar ao octógono e que estava disposto a aceitar um valor menor do que o que estava sendo pedido por seu oponente, mas afirmou que o UFC não cedeu. Ele mencionou que a luta que estava sendo discutida valia mais do que os US$ 15 milhões oferecidos, referindo-se a uma possível luta com o brasileiro Alex Poatan.
A recusa de Jones é mais um episódio da relação tumultuada entre ele e o UFC. O presidente da organização, Dana White, afirmou em entrevistas recentes que não houve negociação efetiva com o lutador, o que gerou mais desentendimentos públicos entre as partes.
Com a negativa de Jon Jones, o UFC optou por seguir em frente e confirmou uma luta principal para o evento na Casa Branca entre Alex Poatan e Ciryl Gane, que disputará o cinturão dos pesos pesados. Enquanto isso, o futuro de Jon Jones continua incerto, já que ele não compete desde novembro de 2024, acumulando um histórico de 28 vitórias e apenas uma derrota.








