João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos, confirmou à CPI do Crime Organizado que o Banco Master era um dos clientes da administradora de recursos. Ele mencionou que a Reag tinha outros bancos e instituições financeiras como clientes, enfatizando a normalidade dessa relação comercial.
Mansur também se defendeu de acusações, negando qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele destacou que a Reag atuava de maneira diligente e que não havia menção à associação com o crime organizado em documentos relacionados a investigações anteriores.
Durante seu depoimento, Mansur optou por não responder a perguntas que poderiam implicá-lo, em conformidade com uma decisão do Supremo Tribunal Federal que garantiu o direito ao silêncio. Ele se absteve de comentar sobre as associações feitas entre a Reag e o PCC nas investigações.
A Reag Investimentos foi alvo de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que apuraram um esquema de lavagem de dinheiro e fraudes financeiras. Em janeiro de 2026, a liquidação extrajudicial da Reag foi decretada pelo Banco Central.






