A irmã de Roberto Farias Thomaz, desaparecido desde a manhã de quinta-feira (1º), afirmou que é necessária investigação no Parque Estadual Pico Paraná. No sábado (3), Renata permanece na base da montanha acompanhando o trabalho da equipe do Corpo de Bombeiros e buscando informações sobre o paradeiro do irmão. Ela disse: "A esperança nunca acaba. A gente só está na expectativa, demora muito chegar. É angustiante, mas as chamadas que temos pedido para a pessoa ajudar está funcionando. Nós temos as expectativas que vamos encontrar ele. Se não acharmos ele hoje, eu peço para ajudarem amanhã, até encontrar ele. Eu tenho muita fé que hoje vou voltar com ele para casa". Durante entrevista ao Balanço Geral Curitiba, Renata destacou que, após ouvir versões de pessoas que estiveram com Roberto no dia do desaparecimento, existe uma lacuna que falta esclarecer. Ela mencionou a versão de Thayana, jovem que acessou a trilha com Roberto, e a versão de Fábio, trilheiro que estava no local e encontrou o jovem passando mal. "Todo mundo que desceu com ela (Thayana) falou uma coisa, daí o Fábio falou, daí ela (Thayana) falou, daí a gente vai montando esse quebra-cabeça e tem uma lacuna que não está fechando, que a gente precisa da investigação. A Polícia Civil é para essa lacuna de investigação, a gente já entendeu que ele passou mal, que ele estava debilitado, mas tem uma parte que faltou a informação, que ela falou de um jeito e a gente precisa de alguém que seja capacitado para perguntar. Se eu for perguntar, eu não vou perguntar delicada", comentou Renata. Roberto Farias Thomaz está desaparecido desde a manhã de quinta-feira (1º), após passar o réveillon com uma amiga no Pico Paraná. Os dois se conheceram há pouco tempo e se encontraram algumas vezes antes da situação. Após o desaparecimento, a jovem gravou vídeos sobre como aconteceu a ocorrência. A amiga relatou que Roberto passou mal durante a trilha e, por mais que tenha sido aconselhada a não deixar o jovem sozinho, voltou até o acampamento sem ele. "Eu cheguei 7h50 no acampamento 1, dormi até às 9h, e às 9h15 outros três rapazes chegaram no acampamento. Eles perguntaram sobre o Roberto, eu disse que ele estava vindo atrás. Daí eles falaram que ele deveria estar perdido. Nos preparamos em 15 minutos e fomos atrás dele, até perto de onde vimos ele pela última vez. Eu fiquei em um canto e os rapazes entraram em outras trilhas. A gente passou sede, passou fome, tivemos que se ajoelhar para tomar água de lama porque gritamos muito. Daí chegou um momento que estávamos muito cansados, e os bombeiros mandaram a gente voltar para não sermos outras vítimas", comentou a amiga.
A irmã de Roberto Farias Thomaz, desaparecido desde a manhã de quinta-feira (1º), afirmou que é necessária investigação no Parque Estadual Pico Paraná.
A irmã de Roberto Farias Thomaz, desaparecido desde a manhã de quinta-feira (1º), afirmou que é necessária investigação no Parque Estadual Pico Paraná. No sábado (3), Renata permanece na base da montanha acompanhando o trabalho da equipe do Corpo de Bombeiros e buscando informações sobre o paradeiro do irmão.
Ela disse: “A esperança nunca acaba. A gente só está na expectativa, demora muito chegar.
É angustiante, mas as chamadas que temos pedido para a pessoa ajudar está funcionando. Nós temos as expectativas que vamos encontrar ele.
Se não acharmos ele hoje, eu peço para ajudarem amanhã, até encontrar ele. Eu tenho muita fé que hoje vou voltar com ele para casa”.






