O Hamas elogiou a iniciativa de quase 20 países que condenam as ações recentes de Israel para expandir seu controle sobre a Cisjordânia, região ocupada desde 1967, e pediu sanções punitivas contra Tel Aviv. A estratégia israelense, adotada no início do mês, abrange áreas administradas pela Autoridade Palestina conforme os Acordos de Oslo dos anos 1990.
Nações como Brasil, Arábia Saudita, França e Espanha classificaram as medidas como parte de um plano para alterar a situação territorial e promover a anexação de áreas consideradas inaceitáveis. Os signatários da nota exigem a reversão imediata das decisões e o respeito aos acordos internacionais. O documento também destaca que as ações violam resoluções da ONU e comprometem o avanço da solução de dois Estados.
Em comunicado, o governo brasileiro condenou, em termos veementes, as decisões do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que reclassificam terras palestinas como ‘terras estatais’ israelenses. Essa mudança acelera atividades ilegais de assentamentos e aprofunda a administração israelense na região. O Hamas e outros países classificam a postura como uma trajetória clara de anexação de fato, contrária à viabilidade política palestina.
A nota conjunta foi assinada também por países islâmicos e nações governadas pela esquerda, que se opõem a qualquer medida de expansão do controle israelense na área.






