O relatório paralelo apresentado pela bancada governista na CPMI do INSS deve pedir o indiciamento de 170 pessoas e responsabilizar a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro por falhas de controle e omissão para impedir o escândalo de descontos associativos em aposentadorias.
Segundo o parecer, mudanças normativas adotadas durante o governo Bolsonaro reduziram mecanismos de fiscalização no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), criando condições que favoreceram o crescimento do esquema fraudulento.
O documento será apresentado nesta sexta-feira (27), e sustenta que o aumento da arrecadação de entidades investigadas em 2023 e 2024 seria explicado em razão de acordos de cooperação técnica (ACT) firmados ainda durante a gestão de Jair Bolsonaro.








