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Formação de El Niño atinge quase 100% de probabilidade, revela estudo

De acordo com o Centro de Previsão Climática da NOAA, chances de El Niño se concretizar aumentam, com previsão de impactos significativos nas regiões Sul e Nordeste...

O Centro de Previsão Climática (CPC) da NOAA, agência climática dos Estados Unidos, apresentou, no dia 14, um estudo que indica uma probabilidade de 82% para a formação do fenômeno El Niño até julho de 2026. Essa porcentagem tende a aumentar ao longo do ano, alcançando cerca de 100% entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.

O El Niño, que resulta do aquecimento das águas do Oceano Pacífico, provoca alterações nas condições dos ventos, favorecendo a formação de tempestades na região equatorial. No Sul do Brasil, a ocorrência deste fenômeno está frequentemente associada a chuvas intensas, temporais, além de enchentes e cheias de rios. Em contrapartida, as regiões Norte e Nordeste enfrentam uma diminuição na precipitação e um aumento nas temperaturas.

As previsões recentes, combinadas com dados de outras instituições meteorológicas, geram preocupação. A MetSul Meteorologia, por exemplo, informou que a temperatura no Pacífico pode atingir até +3,2°C até o final deste ano, o que caracterizaria um dos três maiores eventos de El Niño desde o século XIX.

Diante da possibilidade de um El Niño intenso, os Estados do Sul já estão se preparando. A Defesa Civil de Santa Catarina anunciou que está se organizando para decretar um alerta climático durante o fenômeno. O Governo do Paraná também começou a tomar medidas preventivas.

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cadec), em conjunto com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), realizou uma reunião nesta semana para fortalecer as ações com os municípios. As iniciativas incluem a revisão do Plano de Contingência e o mapeamento de áreas vulneráveis a inundações e deslizamentos.

Fernando Schunig, coordenador estadual da Defesa Civil do Paraná, ressaltou que a preparação está sendo intensificada em todo o estado, especialmente em locais que historicamente enfrentam enxurradas e deslizamentos. No Litoral, a prefeitura de Morretes já promoveu um simulado de desastre, enquanto Antonina planeja um exercício para o final do mês.

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